(..)E vejo uma senhora, ela está no barco conosco, ela tem lindos cabelos brancos. Ela sorrir pra nós, você me olha com um olhar de confusão. Retribuímos o sorriso. Ela continua a caminhar não nos diz uma palavra. “Querido!”. Ela exclama. Sua voz é lenta. Doce. De repente um senhor sai da cabine, ele tem passos lentos. E o rosto que exala cansaço. Mais sua feição me traz cuidado. Ele é absurdamente bonito. Como você, amor. Ela o abraça de lado, e aponta para o horizonte. Observo uma pequena praia. Com montes robustos e altos. “O ambiente está mais suave.” Diz ele. Ela assente com a cabeça. Você olha pra mim com um olhar mais confuso do que no começo. Eu sorrio pra você. "Por que ninguém fala nada, amor?!" Você me pergunta. Estamos extasiados com o amor que sentimos sair do olhar dos senhores. É como se nada mais valesse apena, só o sorriso do seu doce amado. Você tenta falar com o senhor desde o momento que ele apareceu. Ele só sorrir docemente, dou risada de você. Mais sua teimosia não deixa você me escutar, ele não pode te ouvir, nem te ver. Nem ela, eles estão aqui para nos ensinar. "Anjo, sinto que os conheço." Eu também. "Eu acho que deveríamos prestar atenção neles, amor". Ela entra na cabine, ele senta e atira uma vara ao mar. Ele canta. "Ei amor?! Essa musica é sua." Você o fita com um olhar curioso. Ele fisga algo. Ele tenta, tenta. E ai você o ajuda. Ele consegue tirar um pequeno peixe do mar. Algo me chama até a cabine. O local é antigo, passa segurança. É bonito e simples. Reparo no jornal em cima da mesa. 23 de agosto de 1869. Continua (=sábado, 27 de agosto de 2011
[Parte 2]
(..)E vejo uma senhora, ela está no barco conosco, ela tem lindos cabelos brancos. Ela sorrir pra nós, você me olha com um olhar de confusão. Retribuímos o sorriso. Ela continua a caminhar não nos diz uma palavra. “Querido!”. Ela exclama. Sua voz é lenta. Doce. De repente um senhor sai da cabine, ele tem passos lentos. E o rosto que exala cansaço. Mais sua feição me traz cuidado. Ele é absurdamente bonito. Como você, amor. Ela o abraça de lado, e aponta para o horizonte. Observo uma pequena praia. Com montes robustos e altos. “O ambiente está mais suave.” Diz ele. Ela assente com a cabeça. Você olha pra mim com um olhar mais confuso do que no começo. Eu sorrio pra você. "Por que ninguém fala nada, amor?!" Você me pergunta. Estamos extasiados com o amor que sentimos sair do olhar dos senhores. É como se nada mais valesse apena, só o sorriso do seu doce amado. Você tenta falar com o senhor desde o momento que ele apareceu. Ele só sorrir docemente, dou risada de você. Mais sua teimosia não deixa você me escutar, ele não pode te ouvir, nem te ver. Nem ela, eles estão aqui para nos ensinar. "Anjo, sinto que os conheço." Eu também. "Eu acho que deveríamos prestar atenção neles, amor". Ela entra na cabine, ele senta e atira uma vara ao mar. Ele canta. "Ei amor?! Essa musica é sua." Você o fita com um olhar curioso. Ele fisga algo. Ele tenta, tenta. E ai você o ajuda. Ele consegue tirar um pequeno peixe do mar. Algo me chama até a cabine. O local é antigo, passa segurança. É bonito e simples. Reparo no jornal em cima da mesa. 23 de agosto de 1869. Continua (=
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