
Vou sentir falta, de você me chamando de filha. É nunca dei importância a isso quando você me chamava. Mas hoje quando acordei, uma profunda saudade disso me tomou por inteiro, não é a palavra filha, no seu sentido completo, mais a forma que você fala filha. Filha, filha. Filha. Quando eu não entendia algo, quando eu implicava com algo, ou quando agente brigava, quando eu fazia algo errado, quando você me ensinava a fazer algo. Ah! Tantas coisas. Quando você me chama de Luiza, eu sentia que a tela de vidro que nos separava se romper em mil pedaços, com o seu olhar. Estremecia por completo. É como se sempre você detivesse a verdade. (mais eu sempre tava certa, tá?! HAUHAUH) E quando você me chamava de mow. Mow .. coisa que parece casual, mais esse foi o nome que eu te dei .. quando te chamava de mow, sentia meus dedos com digitarem com carinho. Mais quando você chama, mow,amor. Era um detalhe continuo mais importante. Caraca na verdade eu odiava quando você me chamava de Luiza. Ana Luiza, então. É muito tenso. Podia sentir a raiva, a ironia, no seu olhar, o cinismo. Pois é. É lindo, e quando eu podia ouvir sua voz?! Poderia passar três horas ouvindo, e em cada um deles sentir um sentimento diferente. Mais eu queria mesmo era poder ver sua boca, se mexer sabe, como seu olho se contrai. Sentir o ar quente, que sai da sua boca, no meu pescoço, ou na minha orelha. Sentir apertando minha mão. Apertando minha cintura, ou fazendo biquinho. Como o tom da sua voz varia. (É eu lembro que tinha dito que iria para de escrever sobre coisas que nunca vão acontecer).
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