segunda-feira, 19 de setembro de 2011

[Parte 4]

(..) Sento-me indignada, você está parado na beira da cama escorado no vão. E sorrir. Eu tenho vontade de te bater.   E não, seu sorriso não me paralisou. RÁ! Vou pra cima de você. Quando você pega meu braço e joga meu corpo contra o seu. (E eu vou à lua, pela trigésima vez no mesmo dia.) Eu percebo, o quanto minha força se torna desprezível, perto da sua capacidade de me fazer estremecer. Você me beija, com uma veracidade, como se o mundo fosse parar naquele mesmo instante. Em um movimento sutil, puramente intencional você me joga na cama, suas mãos apertam minha cintura com tanta força que minhas costas estralam. O beijo continua belo, cheio de sentimentos reais, porém feroz com um urso selvagem. Eu te viro e saiu correndo. Você sabe que eu sou vingativa! RÁ! Bem abro a porta e corro em direção ao mar. Olho pra trás e vejo você se livrando das suas meias. Quase cai. Continuo correndo. Você me abraça de repente. Sob a luz da lua, sentindo o vento frio da madrugada.  “Isso não tem graça.” Diz você rindo. “Tem sim”. Te beijo. ( pooow, te beijar é bom viu, toda hora faço isso uhauha) Não continua (=

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